Estimado Omar: Es lamentable decir que esa es nuestra realidad, la realidad de los que menos tienen en LACRALO. En Brasil, es exactamente en eso que venimos luchando en Internauta Brasil! Con pocos recursos, pero con la fuerza de nuestros voluntarios, luchamos para disminuir la brecha digital (por ahora) en el estado de Sao Paulo. Sería bueno que tu organización y la nuestra se unieran en un proyecto para hacer más por los que menos tienen y así llegar a más brasileños no-digitalizados!! Saludos, ______________________________________________ Sylvia Herlein Leite Internauta Brasil -----Mensagem original----- De: lac-discuss-es-bounces@atlarge-lists.icann.org [mailto:lac-discuss-es-bounces@atlarge-lists.icann.org] Em nome de Omar Kaminski Enviada em: terça-feira, 7 de abril de 2009 18:53 Para: lac-discuss-es@atlarge-lists.icann.org Assunto: [lac-discuss-es] Brasileiros pobres têm o menor acesso à internet entre 14 países da América Latina e Caribe http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/04/07/materia.2009-04-07.42803 30998/view Brasileiros pobres têm o menor acesso à internet entre 14 países da América Latina e Caribe Isabela Vieira Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro - Em países da América Latina e do Caribe, o acesso à internet por parte da população mais rica pode ser até 30 vezes maior que o acesso pelos mais pobres. Em uma lista com 14 países (com dados mais recentes), o Brasil lidera a desigualdade. Entre os mais ricos o uso no país é de 52%, quanto entre os mais pobres, é de 1,7%. As informações são da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU). Para chegar a essas conclusões, o órgão criou um banco de dados com indicadores sobre tecnologia da informação e comunicação (TIC). A partir de hoje (7), o sistema está disponível gratuitamente na internet. http://www.cepal.org/tic/flash/ O banco de dados cruza informações sobre uso de computadores, internet e telefones, por exemplo, com indicadores socioeconômicos, auxiliando na elaboração de políticas de inclusão digital. De acordo com a Cepal, por meio da tecnologia, serviços de saúde, educação e governo eletrônico podem ficar mais acessíveis aos cidadãos. "A ferramenta propicia um cenário sobre o uso dessas tecnologias na região. Com isso, os países podem desenhar ou pesquisar novos esforços, novas iniciativas e ampliar esse acesso", explica a coordenadora do projeto, Mariana Balboni. A Cepal reuniu informações em inglês e espanhol de 17 países, colhidas por meio de pesquisas domiciliares feitas entre 2000 e 2007. São mais de 40 variáveis sobre TIC e 20 indicadores socioeconômicos, como renda e escolaridade. No sistema, o cruzamento pode ser feito de várias maneiras. A coordenadora do projeto, explica que os dados das pesquisas nacionais foram harmonizados com base em padrões estatísticos internacionais, mas que para inclusão de novas informações, um dos desafios é a padronização das pesquisas. Segundo Balboni, a avaliação dos resultados é feita por cientistas sociais, não pelos organizadores do sistema. Mas adianta, com base nos indicadores, que a renda influencia no acesso à tecnologia nos país latino-americanos. "Podemos dizer, da maneira geral, que a exclusão digital acompanha a exclusão social no país, nos países e entre os países." _______________________________________________ lac-discuss-es mailing list lac-discuss-es@atlarge-lists.icann.org http://atlarge-lists.icann.org/mailman/listinfo/lac-discuss-es_atlarge-lists .icann.org http://www.lacralo.org